Tradição cinegética
A perdiz e as encostas do Douro.
A paixão pela perdiz-vermelha deu origem à nossa herdade. Os grandes voos sobre as encostas do Douro, o tojo e o sossego dos Tojais estão ligados à nossa forma de viver o campo e a tradição cinegética.
A perdiz-vermelha
Uma ligação ao lugar.
A Alectoris rufa ocupa um lugar especial na nossa história. Foi a admiração por esta perdiz e pelos seus voos nas grandes encostas sobre o Douro que nos levou a dedicar-lhe este projeto.
Na criação das aves, procurámos tirar partido do que este lugar nos oferecia: espaço, tojo e tranquilidade. Para nós, a ligação ao território fazia parte do cuidado com os animais.

O nosso percurso · 2012
O cuidado com a criação.
Em 2012, tínhamos condições para criar até 10 000 perdizes por ano. A nossa aposta estava na qualidade e na adaptação dos animais, mais do que na quantidade.
Nessa altura, a partir do quarto mês de vida, alimentávamos as perdizes exclusivamente com cereais. Acreditávamos que este cuidado as preparava melhor para a saída dos nossos parques e para a adaptação a outros espaços.
O coelho-bravo
Outro capítulo da mesma história.
Também em 2012, criávamos coelho-bravo algirus numa área de cerca de 10 hectares, dividida em oito partes, com zonas de reprodução, alimentação e recria.
Preparámos esses espaços para dar condições aos animais nas várias fases da criação. As vedações, os abrigos, os comedouros e os bebedouros faziam parte desse trabalho no terreno.
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